No meu ultimo post tratei de um assunto homossexual que envolviam dois homens e citei no final a aberração de bissexuais,lesbicas e homos aqui na Holanda.
Hoje estou postando novamente este tema pra comprovar a veracidade do que escrevi e o quanto tem sido escandaloso, berrante e crescente, como escrevi antes, mulheres que por um tempo ficam na posição bissexual, por diversos motivos - homens também, neste caso - e depois resolvem "assumir".Abaixo uma reportagem com depoimento em video de um ex marido que disse que não sabia que a mulher era homo-afetiva.
Que fique claro que não estou levantando nenhuma bandeira e nem tentando difamar este país, tenho, sim, fortes razões, que talvez conte um dia em detalhes aqui. Aliás, um deles vou adiantar, é o fato de ter conhecido tres brasileiras que influenciadas pelo comportamento das mulheres holandesas e esta sociedade tornaram-se bissexuais.As três mulheres, até quando tive contato, eram casadas, antes de chegarem a Holanda não tinham a menor tendência para o homossexualismo mas hoje teêm casos extra conjugais com outras mulheres. E sim, influenciadas porque homossexualismo é preferência aprendida ou imposta, como explica aqui nesta entrevista - vale a pena ler - um conhecido psicólogo brasileiro, e eu concordo.
Abaixo leiam e vejam o video referente ao post:
"Depois de 25 anos de casamento com um homem, Anne descobriu que era lésbica. Ed soube que sua mulher era bissexual depois de 12 anos de casados.
Na Holanda, aproximadamente 100 mil pessoas que já estão numa relação heterossexual descobrem mais tarde que são homossexuais ou bissexuais. Para elas, assumir a sexualidade significa um choque para toda a família".
credito: RNW
.....eu fui muito mas muito assediada pelos homens quando cheguei em Roma mas uma coisa assim absurda....eu com aquelas roupas simples, com aquela carinha simples os homens ficavam alucinados. Eu que fui para a Itália com dinheirinho contado tomava café no albergue e não sabia nem como eu ia pagar o meu almoço ou meu jantar minha intenção era ficar sem mesmo tá como eu disse para vocês para mim não me importava.... ficar com fome aquilo não me doia a barriga, não me revoltava, não me desesperava. Esses assediadores/paqueradores que eu encontrava na rua a gente começava a conversar....como eu conversava não sei, o posso dizer é que em duas semanas eu estava falando italiano fluente, eu tenho muita facilidade em aprender idiomas mas aquilo ali foi uma coisas inédita. Falei italiano italiano em duas semanas tanto é que uma das vezes lá nesse trajeto de ter ficado lá dois meses em em Roma eu fui fazer uma entrevista de trabalho e a mulher não acreditou que eu estava lá somente a d...
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